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19 de julho de 2017

Vida no poste

Responda rápido. Ao olhar pra esta imagem você diria que é uma árvore ou um poste? Se você respondeu que é uma árvore errou. Agora se você respondeu que é um poste você acertou. Com uma olhada rápida a primeira impressão que temos é que estamos olhando para uma árvore.

Um olhar mais atento e acabamos percebendo que é um poste e nele temos uma árvore. Um Ficus de aproximadamente 2 metros de altura que se tornou atração da Rua Prata, na Vila Rica, em Campinas, SP.

A natureza sempre nos surpreendendo e esta é apenas mais uma demonstração da força da sua força. Mostrando  Deus, mostrando toda sua perfeição. Se o homem quisesse talvez não conseguisse cultivar uma árvore em um poste, principalmente naquela altitude.

Precisamos imaginar o seguinte; quanto de água esta árvore precisa para sobreviver? Ela está com suas raízes fixadas no solo a uma altura de mais de 10 metros, por consequência a retirada da água do solo se dá por essas raízes desceram através por dentro do poste que é oco. Ela tem aproximadamente 10 anos, a árvore nasceu no topo de um poste de iluminação pública, segundo os montadores.

Já tivemos secas terríveis, em 2014, chegamos a ficar mais de 4 meses sem chuvas e ela resistiu. Mostrando que Deus tem o controle de tudo em suas mãos. Em Colossenses 1.15-16 diz:

"Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele."
(a) J Araújo

17 de julho de 2017

O silêncio ajuda

Onde quer que você esteja, seja a alma deste lugar... Discutir não alimenta. Reclamar não resolve. Revolta não auxilia. Desespero não ilumina. Tristeza não leva a nada. Lágrima não substitui suor. Irritação intoxica. Deserção agrava. Calúnia responde sempre com o pior. Para todos os males, só existe um medicamento de eficiência comprovada. Continuar na paz, compreendendo, ajudando, aguardando o concurso sábio do Tempo, na certeza de que o que não for bom para os outros não será bom para nós... Pessoas feridas ferem pessoas. Pessoas curadas curam pessoas. Pessoas amadas amam pessoas. Pessoas transformadas transformam pessoas. Pessoas chatas chateiam pessoas. Pessoas amarguradas amarguram pessoas. Pessoas santificadas santificam pessoas. Quem eu sou interfere diretamente naqueles que estão ao meu redor. Acorde… Se cubra de Gratidão, se encha de Amor e recomece… O que for benção pra sua vida, Deus te entregará, e o que não for, ele te livrará! Um dia bonito nem sempre é um dia de sol… Mas com certeza é um dia de Paz. Sendo assim tenha um bom dia de paz .

10 de julho de 2017

Ruínas de um passado


Fazenda Jambeiro, em Campinas, foi criada a partir da divisão de terras da "Sesmaria Sete Quedas" de José Rodriguez Ferraz do Amaral, que tinha vindo de Itu-SP, para trabalhar como coletor de impostos em Campinas, e após sua chegada comprou de um fidalgo português a concessão destas terras.

Criada por Thereza Miquelina Pompeu do Amaral (filha mais velha de José Rodrigues), após o falecimento desta em 1881, foi herdado por Antonio Pompeu de Camargo, que veio a falecer 3 anos mais tarde em 1884.

Posteriormente a fazenda foi adquirida por Herculano Pompeu de Camargo (filho mais novo de Antonio Pompeu de Camargo) que comprou a parte dos herdeiros em 1885, atingindo 90 mil pés de café.

Herculano dispensou seus escravos bem antes mesmo da libertação oficial dos mesmos e passou a utilizar mão de obra de colonos europeus que havia chegado ao Brasil.

Esse proprietário construiu a requintada casa-sede no ano de 1897, com um projeto de inspiração francesa feita pelo arquiteto campineiro Francisco de Paula Ramos de Azevedo que possuía requintes como iluminação de gás acetileno em seus cômodos, água corrente e rede de esgotos, linha telefônica, pintura em tromp l'oeil nos salões internos, revestimentos em azulejos franceses, pisos hidráulicos belgas e um riquíssimo lustre em seu salão principal.

Em 1914, essa fazenda pertencia a José de Queirós Aranha, e tinha uma área de 70 alqueires de terras e mais de 100 mil pés de café. Nos idos dos anos 20, Giuseppe Tiziani, adquiriu a Fazenda, permanecendo até os anos 40 como proprietário.

Em 1950 era do empresário americano John Edward Hoen, e passou para a produção de algodão. Este veio a falecer junto com o seu sócio brasileiro em um acidente de avião.

Em 1960, passou a ser propriedade de Maria de Lurdes da Silva Prado, que ao falecer ficou como herança para sua filha Maria Silvia da Silva Prado que não tinha interesse pela Fazenda Jambeiro e imediatamente colocou as terras para serem loteadas, e assim surgiu o loteamento conhecido como Parque Jambeiro.

Foi ela também que determinou a demolição do Casarão sede, porém após ter derrubado várias paredes e arrancados portas e janelas foi flagrada por fiscais que embargaram a demolição sob pena de multa.

A partir de então o Casarão passou para a administração da Prefeitura Municipal de Campinas, como acerto de pagamentos de impostos atrasados, e foi então que entrou em processo de degradação com a queda dos telhados, demolição parcial de outras paredes feitas pelos próprios funcionários da Prefeitura, hoje se encontra em estado de abandono total e sem verbas para a manutenção deste patrimônio histórico que a cada dia que passa vai s degradando e perdendo um marco da história.

Tombada pelo Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc) com a finalidade da reforma do lendário casarão do atual Parque Jambeiro, destinando o espaço a um centro de cultura para a população. Álbum aqui!

(a) J Araújo


1 de julho de 2017

Vândalos destroem poste histórico no centro de Campians

Mais uma vez volto a questionar o sistema de segurança dos próprios da Prefeitura Municipal de Campinas. Se não bastassem os estragos praticados por vândalos na Praça Bento Quirino, onde destruíram um poste histórico, agora foi a vez da Praça Voluntários de 1932.
Nesta Praça existe um monumento em homenagem aos heróis combatentes da Revolução de 1932, contendo 19 placas de bronze com os nomes de todos os combatentes. A praça está localizada em frente ao Cemitério da Saudade. Mais uma vez a pergunta: onde estão as câmeras de monitoramento?
Das 19 placas de bronze que existiam no local, treze foram furtadas e mais uma vez ninguém viu. Isso mostra que a cidade de Campinas, não está abandonada somente no sentido de manutenção, basta andar pelas ruas e avenidas e ver as crateras que termos que enfrentar, mas também na área da segurança, educação e saúde.
Já que toquei no assunto saúde, somente para se ter ideia, o medicamento, talvez um dos mais consumidos, maleato de Enalapril de nenhuma dosagem para controle da pressão arterial. O medicamento está em falta na rede pública de saúde há mais de dois meses e ninguém fala dá uma explicação razoável.
O paciente que tem condições de comprar compra quem não tem volta pra casa sem o medicamento e sem esperança nenhuma de encontrar em algum centro de saúde.
Enquanto isso, vamos vivendo um dia pior que o outro, acompanhando pela imprensa as falcatruas que nossos governantes aprontam. O povo até já se acostumou a ouvir sempre a mesma coisa. Os acusados, mesmo com provas, se dizendo totalmente inocentes.
(a) J Araújo

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