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17 de outubro de 2014

>Tenho um sonho que, talvez seja o sonho de muitos

Como sócio da
 Associaçãodos Servidores Públicos Municipais de Campinas, recebo a cada bimestre a “Revista Nossa Voz”, e na contra capa da mesma,  tem a seção “Palavra do Presidente”, onde o  nosso presidente Ângelo Colombari, aborda um assunto. E nesse bimestre com o tema poderia ser melhor” o mesmo discorre sobre a vontade de ajudar outras pessoas e, muitas vezes, a frustração de não poder fazê-lo.

Ele disse que no contato diário com os associados, alguns deles trás boas notícias, "...como o nascimento de um filho, casamento de  de uma filha ou uma promoção no trabalho", porém na maioria das vezes as notícias não são nada boas e ele tenta ajudar dentro da medida do possível. Vem a tristeza por não ter conseguido ajudar a todos.

E ele continua. “E os dramas são de tal ordem e gravidade que, tantas e tantas vezes, acabo saindo da entidade entristecido por não conseguir solução para uma grande parte. Ele prossegue. Faço minha parte, dentro das limitações da nossa entidade e procuro sempre demonstrar o meu carinho e minha amizade”.

“Mas fico pensando: como é que um país desse tamanho, com sol de graça e muito chão para plantar; não oferece ao seu povo melhores oportunidades? Ele continua com seu desabafo. Na hora do Jornal Nacional bate um desanimo, porque só vemos notícias ruins. Só exemplos que denigrem e que nos fazem sentir para baixo. Infelizmente não valorizamos as boas coisas e os bons exemplos”.

É meu amigo, entendo sua tristeza e sua frustração, muitas vezes também me sinto assim como você. Olhamos para o futuro e não vemos uma saída. Quem deveria se preocupar com isso na maioria das vezes não se preocupa. Com referencia às más noticias, infelizmente, são elas que dão audiência.  Com governantes corruptos vamos continuar presenciando a tristeza e a frustração em muitos brasileiros nossos conterrâneos.

Os desvios de verbas públicas, as propinas pagas, os superfaturamentos nas obras daria para resolver com folga os problemas de educação, saúde e segurança do país. Infelizmente não conseguimos acertar a algum tempo. Temos confiado nas pessoas erradas para dirigir essa nação com tantos recursos. Tenho um sonho que, talvez seja o sonho de muitos. Ver os governantes desse país respeitarem os direitos dos cidadãos em primeiro lugar. Na hora do voto vamos pensar nisso!  

Obrigado por permitir-me compartilhar com meus leitores suas preocupações.

(a) J Araújo

5 de outubro de 2014

>todos eles felizmente depende do nosso voto

Hoje os brasileiros estão indo as urnas para escolher seus governantes entre centenas de postulantes a um cargo eletivo. Todos os cargos são importantes, porem, o cargo de Presidente da República é um dos mais altos postos de comando. Nas mãos do presidente está o destino do país.  

Presidente da República, Governadores de Estados, Deputados Estaduais, Senadores e Deputados Federal, todos eles felizmente, dependem do nosso voto para chegar ao poder. Então façamos bem nossas escolhas para no futuro não nos arrependermos da decisão que tomamos. O Brasil deve estar acima de qualquer político. E que Deus seja o verdadeiro salvador dessa pátria. 

(a) J Araújo

27 de setembro de 2014

Preços abusivos praticados pelas concessionárias que operam os pedágios nas rodovias paulistas

Praça de pedágio Rodovia dos Imigrantes/Arquivo pessoal

Durante o mês de setembro em minhas férias viajei por duas regiões do país, Sul e Sudeste.  Algumas coisas me chamaram a atenção e uma delas foi a qualidade das rodovias.  Em um primeiro momento, viajei para o Estado de Minas Gerais, pela BR-381, Rodovia Fernão Dias, gastei de pedágio em quatro praças, em um trecho de mais de 300 quilômetros a bagatela de R$ 6,00. De Campinas a Bragança Paulista, para percorrer 60 quilômetros desembolsei R$ 12,70 até chegar na referida rodovia. 

No outro de São Paulo a Curitiba, em um percurso com mais de 400 quilômetros pela Rodovia Regis Bittencourt pagamos R$ 10,80. Enquanto para percorrer um trecho de 90 de quilômetros entre São Paulo a Campinas, desembolsamos R$ 15,50. Por aí vemos a desproporcionalidade e os preços abusivos praticados pelas concessionárias que operam os pedágios nas rodovias paulistas. Compare os preços nas rodovias de todos Brasil antes de pegar a estrada.

Sabemos que as rodovias do estado são de boa qualidade, porém, para quem conhece as rodovias de outras regiões também estão em perfeitas condições e são praticados preços justos.  Fica minha indignação solitária com referencia aos preços dos pedágios praticados pelas concessionárias no Estado de São Paulo, que acabam nos cerceando o direito de ir e vir com nosso automóvel pelo qual já pagamos um dos IPVAs (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) do país.

Entra governo e sai governo e tudo continua do mesmo jeito. As eleições estão se aproximando, corre na ALESP (Assembleia Legislativa de São Paulo), uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as tarifas de pedágios praticadas no Estado. Sabemos que no final tudo acaba do mesmo jeito, ou seja, em pizza.

(a) J Araújo

23 de setembro de 2014

17 de setembro de 2014

>Se alguém souber de algum caso avise-me


Em um país como o Brasil com a violência e a impunidade que vemos por causa das brechas nas leis é até estranho falar em esperança com mudanças significativas por parte de nossos políticos. Temos por outro lado os defensores dos Direitos Humanos que estão sempre ao lado dos acusados quando estes estão presos e nunca ao lado dos familiares das vítimas destes. Quando são os famosos "de menor" então nem se fala, na maioria das vezes são os mais violentos. Se alguém souber de algum caso, me avise, para que eu possa corrigir-me. Mas, estou me referindo ao assunto devido a esse artigo publicado no jornal.

“Direitos humanos”

“Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos. A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos “pequenos” assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.

Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei. Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU. Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução. Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz. 

Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me “honraram” mais com suas visitas e... os menores ficaram presos. É assim que funciona a “esquerda caviar”.

Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Jânio de Freitas, à Ministra Maria do Rosário e a outros tantos defensores dos “direitos humanos” no Brasil. Criemos o programa social "Adote um Preso" . 

Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos. Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a sociedade a solucionar o problema carcerário do país. “Sem desconto no Imposto de Renda” é claro.

Folha de São Paulo, 10 de janeiro de 2014
Painel do Leitor

Rogério Medeiros Garcia de Lima (Desembargador, MG)

14 de setembro de 2014

>O cenário não é animador

Retornando de viagem de ferias preocupado e triste ao ver a seca castigar sem dó várias regiões do País. Onde antes víamos lindas cachoeiras, infelizmente, hoje vemos um pequeno fio d água escorrer tímido pelas pelas pedras.

O cenário é desolador, pra nós que conhecemos a região, o fato de ver este cenário nos deixam um misto de tristeza e esperança sabendo que as chuvas que caem nessa terra trás alivio não apenas para os habitantes locais, mas, para milhões de pessoas que depende das águas que descem dessas serras que formam a bacia do Rio Doce.
Ah, aproveito a oportunidade para convidá-los a conhecer o mais novo blog, Recantos de Minas, onde a autora se propõe a mostrar imagens daquele Estado.
(a) J Araújo

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